Carlos
Magno, sucessor de Pepino, o Breve, deu continuidade à aliança com Igreja
Católica e também à política de conquistas de territórios. Em cada reino
conquistado era construída uma escola ao lado do palácio, ficando assim
conhecida como Escola Palatina ou Palaciana, também caracterizava o
Renascimento Carolíngio. Depois a morte de Carlos Magno (814), o governo
passou a ser exercido por seu filho Luís, o piedoso que permaneceu no
poder até 841.
Como
o império era muito extenso para se administrar, ocorreram vários problemas e
invasões que se intensificaram até o reindo de Luís, o Piedoso. A sucessão
de Luís gerou grandes disputas entre os netos de Carlos Magno – Lumaréu,
Carlos, o calvo e Luís- o germânico. Só depois de muitas batalhas
que esgotaram o grande império, os irmãos assinaram o Tratado de
Verdun. O tratado rompeu com a unidade imperial conquistada por Carlos
Magno. E o tratado contribuiu para o enfraquecimento do poder real,
favorecendo condes, duques e marqueses, que passaram a ter maior autonomia.
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